Posts filed under ‘Descrição Arquivística’

Um pouco sobre a busca

Sempre me perguntei como funcionava os sistemas de busca. Hoje trabalho um pouco com isso, seja criando taxonomias ou definindo plataforma tecnológica para clientes. Procuro traduzir um pouco do que sei numa linguagem mais simples, será que consegui? Veja mais 🙂

Continue Reading 01/02/2012 at 21:14 2 comentários

Última Hora do Rio é fundo em São Paulo

Arquivos e documentos na web. Mais do que uma tendência, hoje é a melhor forma de difundir o acervo. Conheci o Fundo …

Continue Reading 27/09/2010 at 23:27 Deixe um comentário

Quem matou o Arquivo Morto?

Diante da burocracia que norteia as relações na atualidade, a produção de documentos é inevitável. Quando o tempo legal de uso mais intenso desses documentos passa as pessoas dizem que eles vão para o “arquivo morto”. Se pensarmos que os arquivos guardam informações que com o passar do tempo poderão servir para consultas instigadas por dificuldades hodiernas ou mesmo para corrigir distorções históricas oficialmente produzidas, a denominação a eles atribuída não é a mais correta. Os arquivos são lugares de guarda de documentação, e nenhuma documentação é produzida inutilmente. Muitos historiadores e arquivistas vêm defendendo a importância da preservação e significação dos documentos.

Segundo Mário Chagas, documento é “aquilo que ensina ou mais precisamente aquilo que pode ser utilizado para ensinar alguma coisa a alguém. Também é compreendido como suporte de informações, que só podem ser preservadas e resgatadas através de questionamento” (Chagas, 1996).

Dessa forma, os arquivos são lugares que guardam memórias de acontecimentos relevantes ao longo do caminhar da sociedade. Tais registros permitem, ao lado de outras fontes, a produção do conhecimento histórico.

A partir da definição de documento apresentada acima, surgem algumas inquietações. Primeiro em relação aos documentos: nem tudo o que está em arquivo, muitas vezes, pode ser definido como documento. Isso porque há uma grande carência de pessoal qualificado para trabalhar nesses espaços entre outros fatores resumidos por Luís Carlos Lopes em artigo publicado pela revista Ciências e Letras sob o título: “O lugar dos arquivos na cultura brasileira”. “Ainda é fácil encontrarem-se casos de imensos acervos sem tratamento, eliminações sem qualquer critério, trabalhos de classificação e descrição mal feitos, pessoal sem formação adequada etc”. (Lopes, 2002).

A propósito de qualificação pessoal, em se tratando de arquivos, é cada vez mais premente, a organização e significação de documentos. Todo o discurso em relação aos profissionais envolvidos com esse tipo acervo é ilustrado pela problemática vivida nos arquivos, onde se dá mais importância para preservação e para a conservação do que para a significação. É equiparando esses fatores que teremos as verdadeiras funções dos arquivos restabelecidas e a competência dos profissionais à sua órbita pacificamente e cientificamente delimitada.

Referências:

LOPES, Luis Carlos. A informação e os arquivos: teorias e práticas. Niterói: EDUFF; São Carlos (SP): EDUFS-Car, 1996

LOPES, Luís Carlos, O lugar dos arquivos na cultura brasileira. Revista Ciências e Letras v. 32 – FAPA – POA 2002

Originalmente publicado em:

LOPES, Sérgio Nunes. Quem matou o Arquivo Morto? O informativo, Arroio do Meio, p. 02, 26 out. 2005.

15/08/2010 at 12:07 Deixe um comentário

Memória Corporativa traz ganhos às empresas

A memória enmrpesarial é um luxo ou investimento na gestão do conhecimento e preservação da história na prática?

Continue Reading 03/05/2010 at 17:56 Deixe um comentário

Da descrição ao menu do site: nem todo mundo é arquivista

Muito bem, já temos um arquivo permanente, tratado, arranjado e agora quero divulgar. Calma, você precisa pensar muito bem nisso. A Descrição como elemento de marketing para divulgação de sites de instituições arquivísticas.

Continue Reading 15/12/2009 at 12:14 Deixe um comentário

Foco no usuário: pense no usuário antes dele precisar de você

O foco no usuário deve ser pensado antes do usuário precisar de você. Planeje as interfaces, estruturas de informação e a relação do usuário com as informações.

Continue Reading 09/08/2009 at 10:12 4 comentários

Um papo sobre Memorando – existe memorando externo?

Recebi em meu orkut uma pergunta sobre o memorando externo e interno, qual a diferença deles.

Continue Reading 08/07/2009 at 21:41 5 comentários


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