Posts filed under ‘Uncategorized’

Entrevista para FESPSP sobre o livro Arquivologia 2.0

Entrevista pata o blog http://monitoriafabci.blogspot.com/ realizada pela aluna Alcione Pazetto, quando houve o lançamento do livro na FESPSP, em São Paulo.

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Continue Reading 28/11/2010 at 11:34 Deixe um comentário

Arquivo Público faz exposição sobre a Revolução de 1924 na internet

O Arquivo Público do Estado de São Paulo desenvolveu uma exposição virtual sobre a Revolução de 1924.

Continue Reading 10/09/2010 at 18:08 1 comentário

Memória Corporativa: o arquivo é a base

Recentemente concedi uma entrevista para o IG Carreiras sobre o crescimento do mercado de Memória Corporativa. Aqui trago ela na íntegra, já que no jornalismo trabalhamos com uma contextualização de conteúdos e, portanto, na matéria temos menos conteúdo.

Continue Reading 30/08/2010 at 12:07 Deixe um comentário

Uma agressão à história

Reproduzo porque acho importante:

São Paulo, quarta-feira, 25 de agosto de 2010

TENDÊNCIAS/DEBATES

Uma agressão à história
SILVIA HUNOLD LARA
Um artigo do projeto de novo Código de Processo Civil viola regras arquivísticas básicas e reforça a moda de limpar o passado destruindo fontes

Uma nova versão do Código de Processo Civil está em discussão no Senado. Certamente, haverá polêmica. Mas há pelo menos um artigo que precisa ser modificado desde já: o de número 967, que restaura o antigo artigo 1.275 do atual código, de 1973, que autorizava a eliminação completa dos autos findos há mais de cinco anos, “por incineração, destruição mecânica ou por outro meio adequado”.
O texto atropela a obrigação do Estado de preservar documentos históricos, viola regras arquivísticas básicas e reforça a moda burocrática de limpar o passado destruindo fontes importantes para a memória do país. Se o artigo proposto se transformar em lei, um número incalculável de processos cíveis pode ser destruído.
A medida tem antecedentes históricos. Em 1890, Rui Barbosa mandou queimar os documentos referentes aos escravos existentes na Tesouraria da Fazenda, para impedir que ex-senhores insatisfeitos com a abolição reclamassem indenizações.
O acesso aos documentos do Judiciário, sobretudo da área cível, permitiu aos historiadores contornar parcialmente esse ato lesivo, possibilitando recuperar cópias dos registros da propriedade escrava, com dados indispensáveis para o estudo da demografia e da economia escravistas.
Além da vida cotidiana das fazendas e engenhos, essa documentação permitiu conhecer melhor as negociações em torno da alforria e reconstituir a atuação de abolicionistas negros radicais, como Luiz Gama, e acabou por redimensionar a história da escravidão e da liberdade no Brasil.
Basta substituir “fazendas e engenhos” por “empresas e fábricas”, “escravo” por “operário” e “abolicionistas” por “sindicalistas” nas linhas acima para se ter a dimensão do estrago que a autorização proposta pelo artigo 967 pode causar.
Em 1975, depois da gritaria de historiadores, juristas e arquivistas, o tal artigo 1.215 foi suspenso pela lei nº 6.246. Isso não impediu que, em 1987, a lei nº 7.627 voltasse a usar os mesmos termos para autorizar a eliminação de processos da Justiça do Trabalho.
Nessa área, argumentos facilmente contestáveis, como a necessidade de reduzir custos de armazenamento ou uma interpretação retrógrada e restritiva da cláusula que manda recolher aos arquivos públicos os “documentos de valor histórico”, têm sido usados para justificar a destruição de centenas de milhares de processos trabalhistas, apesar da intensa movimentação de pesquisadores, arquivistas e magistrados.
Rui Barbosa pelo menos lidava com questões mais concretas. No caso do atual projeto de lei, nada justifica tal barbaridade. O Senado tem agora o dever de corrigir esse atentado à cidadania -ou será cúmplice desse crime?
Por que não aproveitar a ocasião para mudar, inscrevendo em lei a necessidade de proteger de fato o patrimônio público nacional, do qual fazem parte os processos judiciais (cíveis, criminais e trabalhistas)? Isso, sim, seria um bom modo de entrar para a história! Com a palavra, os senadores.
SILVIA HUNOLD LARA é professora do departamento de História da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

27/08/2010 at 19:12 Deixe um comentário

Pesquisadores em Arquivologia criam sociedade científica

Notícia do Blog Shirley Carvalhedo

Depois de três dias de encontro na Universidade de Brasília, professores, alunos e pesquisadores de Arquivologia de todo o país decidiram criar uma sociedade científica sobre o assunto. A 1° Reunião Brasileira de Ensino e Pesquisa em Arquivologia terminou nesta quarta-feira, 9 de junho, com o compromisso assumido pelos participantes de aumentar a articulação entre os pesquisadores da área e fortalecer este campo do conhecimento.

Para elaborar as bases para a criação da sociedade científica foi criado um grupo de trabalho. Também foi criado um grupo de trabalho para encaminhar as questões pelativas à criação de um mestrado em Arquivologia. Os pesquisadores definiram ainda local e data da próxima Reunião Brasileira de Ensino e Pesquisa. Será em 2011 no Rio de Janeiro. “Foi muito importante para aumentarmos a articulação e prepararmos a criação dos cursos de pós-graduação na área”, avaliou Georgete Medleg Rodrigues, presidente da comissão organizadora do evento e professora da Faculdade de Ciência da Informação da UnB.

Atualmente existem 15 cursos de graduação em Arquivologia no Brasil, mas não há programas de pós-graduação na área. “Temos de defender as teses e dissertações em outras áreas do conhecimento, o que diminui a visibilidade da Arquivologia como ciência”, explicou a professora da UnB Angélica Alves da Cunha Marques. Desde a iniciação científica, ela estuda a produção científica sobre Arquivologia.

Em levantamento feito no portal do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Cnpq), Angélica listou 77 dissertações e 10 teses que tiveram a Arquivologia como tema. “A maioria delas foi enquadrada dentro das áreas de História e Ciência da Informação”, explicou. “Precisamos fazer valer a recomendação do Cnpq que determina a criação de cursos de mestrados e doutorados na nossa área”, defendeu.

Professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), José Maria Jardim foi ainda mais contundente. “Estamos na periferia da periferia do conhecimento”, afirmou. “Mudar esta realidade depende da nossa articulação”, disse.

Na terça-feira, 8 de junho, ele apresentou levantamento que aponta a Ciência da Informação como 67° lugar no ranking de financiamento de pesquisa do Cnpq entre os períodos de 1998 a 2009. Para o órgão de fomento, a Arquivologia está dentro do campo da Ciência da Informação. “Para que a pesquisa em Arquivologia sobreviva precisamos mudar esta realidade”, completou.

PANORAMA – A sociedade científica, provisoriamente batizada de Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Arquivologia, vai organizar os grupos de pesquisa, dar visibilidade às teses e dissertações e promover eventos para os pesquisadores. “Historicamente é assim que os campos de conhecimento se estruturam, por isso estamos optando por este caminho”, explicou a professora Georgete Medleg Rodrigues.

O último encontro da área havia sido realizado há 14 anos. A semana foi financiada integralmente pela UnB, com recursos da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FACE), Faculdade de Ciência da Informação (FCI) e dos decanatos de Graduação (DEG) e de Pesquisa e Pós-Graduação (DPP). “Conseguimos trazer pelo menos um representante de cada curso do país, o que nos permitiu traçar um panorama nacional sobre o assunto”, comemorou Georgete.

10/06/2010 at 22:25 Deixe um comentário

Novidades para a Arquitetura de Informação no SharePoint Server 2010

A nova versão do SharePoint traz melhorias significativas e que muitas vezes representavam fortes customizações em projetos no MOSS 2007.

Continue Reading 25/05/2010 at 11:55 4 comentários

Memória Corporativa traz ganhos às empresas

A memória enmrpesarial é um luxo ou investimento na gestão do conhecimento e preservação da história na prática?

Continue Reading 03/05/2010 at 17:56 Deixe um comentário

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